quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Carro na oficina - Parte III

Pois que foi ditado o fim do mesmo.

Está certo!

Ontem tive que pedir boleia à Tia-Madrinha-Cunhada-Mana para ir buscar os pequenos.

Alegria total e eu, que pouco tenho estado com eles, fui ignorada por completo. Lá os consegui barrar e tirar um beijo.

A caminho de casa a pergunta da praxe: "T., podes ficar e jantar connosco?".

Claro que o convite tem segundas intensões: um jogo a três, uma banhoca dada pela Tia...

Estava a fazer o jantar e só consigo ouvir: "Mas tens que pedir aos teus Papás se pode ser!"

Fui espreitar e o pedido é:

"A T. pode ficar cá a dormir num fim-de-semana?"

O tema foi falado durante o jantar com o Papá e aceite por todos.

Para encerrar a conversa, o H. diz para a Tia:

H.: "Agora tens que falar com os Avós para saber se podes cá ficar uma noite!"

E pronto, temos uma pijama-party planeada!

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Limpa cachimbos

Procurei nas papelarias/retrosarias por onde passava se tinham limpa cachimbos.

Precisava para fazer um trabalho para a o mais novo levar para o colégio.

E de cada vez que fazia a pergunta se tinham, tinha também que explicar que o que eu queria era uns coloridos para fazer trabalhos (e por isso é que fui a papelarias e retrosarias).


Coisas de culinária

Este fim de semana fiz duas receitar novas:

1. Salsichas com fiambre e queijo.
2. Hamburguers com cebola caramelizada.

Não segui as receitas à risca e aproveitei o que tinha lá por casa.

As duas para mim ficaram deliciosas e a repetir.

A primeira foi do agrado do Pai.

A segunda foi apenas provada por mim. Pena que a malta lá por casa não seja muito apreciadora de inovações culinárias.

Ai, ai

Acordei pela manhã com uma impressão na garganta.

Sinto que me estou a constipar.

Tenho que sair agora para ir trabalhar e não me apetece.

Quero ficar no sofá enrolada na minha mantinha. Não posso. Vou ter mesmo que ir. O metro já deve de estar a funcionar.

Aproveito e vou estrear o casaco novo!

Dia de greve do metro

Ainda estava para ir trabalhar de autocarro.

Depois pus-me a pensar que ir com a minha mala, a lancheira e a mala do portátil num autocarro cheio de gente que ainda por cima vai estar tudo menos bem disposta, era para eu chegar ao trabalho prontinha para ir para o manicómio.

Assim sendo, como tenho a possibilidade de trabalhar a partir de casa, fico por cá até ao metro começar a funcionar.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Carro na oficina - Parte II

Na sexta feira ligaram-me a meio da tarde a dizer que já estavam a montar o carro, pelo que podia ir buscá-lo até às 18:00.

Péssimo dia para sair mais cedo (ainda tive que trabalhar em casa e só me consegui sentar à mesa para jantar à 3ª tentativa).

Apanhei um táxi e cheguei à oficina pelas 17:53 (com o telemóvel a tocar porque estavam com pressa).

Senhor da Oficina: Olhe, estamos com um problema. Depois de termos apertado tudo, fomos dar uma volta com o carro e confirmamos que não resolvemos o problema.
Eu: E agora?
Senhor da Oficina: Vai ter que trazer o carro novamente.
Eu: Ou seja, ligam-me a dizer que o carro está pronto, chego cá e afinal não está?
Senhor da Oficina: O meu colega não lhe disse? É que ele disse-me que a senhora precisa do carro no fim de semana.
Eu: Não lhe disse que precisava do carro durante o fim de semana. E o custo de terem montado e agora vão ter que o desmontar?
Senhor da Oficina: Pois... se a senhora me garantir que na 2ª feira me trás o carro para vermos o que é que se passa, cobro-lhe apenas metade das horas.
Eu: Então o carro vai ficar cá o fim de semana todo.

Vão ter que desmontar a frente toda do carro para descobrir o que se passa (nem quero pensar no que vou ter de pagar em mão de obra, mesmo tendo o desconto).

Acabaram de me colocar um desafio profissional

Permite-me trabalhar numa área que gostaria muito de tentar.

Mas vai retirar-me da área que trabalho há quase 14 anos e que muito me agrada.

Tem as suas vantagens e as suas desvantagens.

Sair ou não da minha zona de conforto?

Working

Foi um fim de semana de trabalho.

Felizmente pudemos fazê-lo a partir de casa, caso contrário, teriamos que recorrer aos Avós para ficarem com os pequenos.

Teve o inconveniente deles ficarem saturados, com birras constantes, vários castigos. Para me vingar (e de alguma forma os compensar), consegui fazer um bolinho de chocolate.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

E da surpresa ao fim do dia

Quando liguei ao tio para ir buscar os miúdos ao colégio, lembrei-o que tinha que fazer três coisas:

1. Ir a casa (dele) buscar as cadeiras.
2. Aproveitava e apanhava a encomenda deixada pelos Pais para nós (frutinha caseira e uma surpresa para mim :D)
3. As chaves de nossa casa e assim ía direito a nossa casa.

Comentário do Tio: "Não sei se vou conseguir lembrar-me de tudo.".

Às 18:10 eu ainda não tinha hora para sair do trabalho e enviei mensagem para o marido: "Podes ir já para casa? Não sei se o teu irmão se vai lembrar de levar a chave da nossa casa."

Às 18:30 liga-me o Tio: "Ainda demoras muito a chegar a casa? É que me esqueci de trazer as chaves!"

Felizmente o Pai chegou cinco minutos depois.